terça-feira, 29 de novembro de 2011

SUBMENTOVÉRTICE (HIRTZ): CRÂNIO




ESPECIAL
Submentovértice (SMV)


Fatores Técnicos

Tamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12 polegadas), em sentido longitudinal
Grade móvel ou estacionária
Faixa de 70-80 kVp
Ponto focal pequeno
Técnica e dose:

Proteção: Proteja a região torácica superior do paciente (a proteção do pescoço
e da tireóide obscurecerá a área de interesse).

Posição do Paciente: Tirar todos os objetos de metal, plástico ou outros objetos
removíveis da cabeça do paciente. Fazer a radiografia com o paciente na
posição ortostática ou em decúbito dorsal.
A posição ortostática, que é mais fácil para o paciente, pode ser feita com uma
mesa ereta ou um Bucky vertical (ver Fig. 11.48, detalhe).


Posição da Parte

Elevar o queixo do paciente, hiperextendendo o pescoço se possível até que a
linha infra-orbitomeatal (LIAM) esteja paralela ao filme (ver Observações abaixo).
Apoiar a cabeça do paciente pelo vértice.
Alinhar o plano mediossagital perpendicularmente à linha média do porta-
filme ou mesa/superfície de Bucky, evitando rotação e/ou inclinação.

Decúbito dorsal: Com o paciente em decúbito dorsal, estenda a cabeça do
paciente acima do fim da mesa e apóie o porta-filme e a cabeça conforme
mos­trado, mantendo a LIaM paralela ao filme e perpendicular ao RC Se a
mesa não se inclinar como mostrado na Fig. 11.48, use um travesseiro sob o
dorso do paciente para permitir extensão suficiente do pescoço.

Ereta: Se o paciente for incapaz de estender suficientemente o pescoço,
compense através da angulação do RC para mantê-Io perpendicular a LIaM.
Dependendo do equipamento usado, o filme pode também ser angulado para
manter a relação perpendicular com o RC (como no caso do Bucky vertical
ajustável).
Essa posição é muito desconfortável para os pacientes tanto na posição
ortostática quanto no decúbito dorsal; realize o exame o mais rápido possível.


Raio Central

O RC é perpendicular à linha infra-orbitomeatal.
Centralizar a 3/4 de polegada (2 cm) anterior ao nível das MÃES (a meio
caminho entre os ângulos da mandíbula).
Centralizar o receptor de imagem (filme) em relação ao Rc.
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).

Respiração: Prender a respiração.

Critérios Radiográficos
Estruturas Mostradas: Forame oval e espinhal, mandíbula, seio esfenoidal e
células etmoidais posteriores, processos mastóides, cristas petrosas, palato
duro, forame magno e osso occipital.

PA - RC a 0°: CRÂNIO



BÁSICA
AP axial (método de Towne)
Lateral
PA a 15° (método de Caldwell)
ou PA a 25° a 30°  PA a O°

Posição do Paciente: Tirar todos os objetos de metal, plástico ou outros
objetos removíveis da cabeça do paciente.
Fazer a radiografia com o paciente na posição ortostática ou pronada.

Posição da Parte
Apoiar a fronte e o nariz do paciente contra a mesa/superfície de Bucky. . Flexionar
o pescoço para alinhar a LOM perpendicularmente ao filme.
Alinhar o plano mediossagital perpendicularmente à linha média da
mesa/superfície de Bucky para evitar rotação e/ou inclinação da cabeça ( Mães à
mesma distância da mesa/superfície de Bucky).
Centralizar o filme ao RC

Raio Central
RC perpendicular ao filme (paralelo a LOM) e centralizado para sair na glabela.
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).

Respiração: Prender a respiração durante a exposição.

Critérios Radiográficos
Estruturas Mostradas: Osso frontal, crista galli, condutos auditivos internos,
seios frontais e células etmoidais anteriores, cristas petrosas, asas maiores e
menores do esfenóide e dorso da sela.

PA AXIAL - RC a 15° (Método de Caldwell)




BÁSICA 
AP axial (método de Towne)
Lateral
PA a 15° (método de Caldwell) ou PA a 25° a 30º
PA a O°

Fatores Técnicos

Tamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12 polegadas), em sentido longitudinal
Grade móvel ou estacionária
limite de 70-80 kVp
Ponto focal pequeno
Técnica e dose:

Posição do Paciente: Tirar todos os objetos de metal, plástico ou outros objetos
removíveis da cabeça do paciente. Fazer a radiografia com o paciente na posição
ortostática ou pronada.
Posição da Parte
Apoiar a fronte e o nariz do paciente contra a mesa/superfície de Bucky. Flexionar
o pescoço conforme necessário para alinhar a LOM perpendiularmente ao filme.
Alinhar o plano mediossagital perpendicularmente à linha média do
porta-filme ou mesa/superfície de Bucky para evitar rotação e/ou inclinação da cabeça.
Centralizar o filme ao Rc.

Raio Central
Angular o RC 15° caudal e centralizar para sair no násio.
Alternar o RC de 25° a 30° caudal e também centralizar para sair no násio.
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).

Respiração: Prender a respiração.

Alternar de 25° a 30°: Uma incidência alternativa é uma angulação do tubo a
25° a 30° caudal para melhor visualizar as fissuras orbitárias superiores
(setas pretas), o forame redondo (setas brancas pequenas) e a região da borda
orbitária inferior.
Observação: Uma angulação caudal diminuída do RC e/ou flexão aurnentada
do pescoço (queixo para baixo) resultarão na incidência das pirâmides petrosas
sobre a porção superior das órbitas.
Incidência AP axial alternativa: Para pacientes incapazes de serem posicionados
para uma incidência PA (por exemplo, pacientes traumatiza­dos), uma incidência
AP axial pode ser obtida usando uma angulação cefálica de 15°, posicionando
a LOM perpendicularmente ao filme.

Critérios Radiográficos

Estruturas Mostradas: Asas maiores e menores do esfenóide, osso frontal,
fissuras orbitais superiores, seios frontais e células etmoidais anteriores, margens
orbitais superiores e crista galli.


segunda-feira, 28 de novembro de 2011

LATERAL DIREITA E/ OU ESQUERDA: CRÂNIO





BÁSICA
AP axial (método de Towne)
lateral
PA a 15° (método de Caldwell) ou PA a 25° a 30°
PA a O°

Fatores Técnicos


Tamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12 polegadas), no sentido transversal
Grade móvel ou estacionária
limite de 70-80 kVp
Ponto focal pequeno
Técnica e dose:

Posição do Paciente: Tirar todos os objetos de metal, plástico ou outros
objetos removíveis da cabeça do paciente. Fazer a radiografia com o
paciente na posição ortostática ou deitada, semipronada (posição de Sim).


Posição da Parte


Colocar a cabeça em uma posição lateral verdadeira, com o lado de interesse
próximo do filme e o corpo do paciente com a obliqüidade necessária para seu
conforto. (Uma forma de avaliar a rotação é palpar a protuberância occipital
externa posteriormente e o násio ou glabela anteriormente e garantir que esses
dois pontos estejam à mesma distância do tampo da mesa.)
Alinhar o plano mediossagital paralelamente ao filme, garantindo que não haja
rotação ou inclinação.
Alinhar a linha interpupilar perpendicularmente ao filme, garantindo que não
haja inclinação da cabeça (ver Observação abaixo).
Ajustar a flexão do pescoço para alinhar a LIaM perpendicularmente à borda
anterior do filme. (LGA estará paralela à borda anterior do filme.)

Raio Central


Direcionar o RC perpendicular ao filme.
Centralizar para um ponto cerca de 2 polegadas (5 cm) superior ao MAE.
Centralizar o filme em relação ao RC
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).

Respiração: Prender a respiração durante a exposição.

Critérios Radiográficos


Estruturas Mostradas: Metades cranianas superpostas com detalhes superiores
da região lateral do crânio próximos ao filme são demonstradas. Toda a sela turca,
incluindo os clinóides anteriores e posteriores e o dorso da
sela, é também mostrada. A sela turca e clivus são demonstrados em perfil. 


AP AXIAL - TOWNE: CRÂNIO




BÁSICA
AP axial (método de Towne)
Lateral
PA a 15. (método de Caldwell) ou PA a 25º. a 30º.
PA a O°.

Fatores Técnicos


Tamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12 polegadas), em sentido longitudinal
Grade móvel ou estacionária
limite de 70-80 kVp
Ponto focal pequeno
Técnica e dose:

Posição do Paciente: Tirar todos os objetos de metal, plástico ou ou­tros
objetos removíveis da cabeça do paciente. Fazer a radiografia com o paciente
na posição ortostática ou em decúbito dorsal.

Posição da Parte


Abaixar o queixo, trazendo a LOM perpendicular ao filme. Para pacientes
incapazes de flexionar o pescoço a essa extensão, alinhar a LlOM perpendicular
ao filme. Adicionar um suporte radiotransparente sob a cabeça se necessário
(ver Observação abaixo).Alinhar o plano mediossagital ao RC e à linha média
do porta-filme ou da mesa/superfície do Bucky.
.Assegurar-se de que não haja rotação e/ou inclinação da cabeça.  Garantir
que o vértice do crânio esteja no campo do raio X.

Raio Central


Angular o RC a 30° caudal em relação a LOM, ou 37° caudal em relação a
LlOM (ver observação abaixo).
Centralizar no plano mediossagital, 2 1/2 polegadas (6 cm) acima da glabela,
ou atravessar aproximadamente 3/4 de polegada (2 cm)
superior ao nível das MÃES (sairá no forame magno).
Centralizar o filme ao RC projetado.
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).

Critérios Radiográficos


Estruturas Mostradas:  Osso occipital, pirâmides petrosas e forame magno
são mostrados com o dorso da sela e clinóides posteriores visualizados na
sombra do forame magno.

TOPOGRAFIA E LINHAS DE POSICIONAMENTO DO CRÂNIO











sexta-feira, 25 de novembro de 2011

LATERAL: CÓCCIX


BÁSICA
AP axial do sacro
AP axial do cóccix
Lateral

Observação: O sacro e o cóccix são comumente radiografados juntos.
Incidências AP separadas são exigidas devido a diferentes angulaçães
do RC, mas as laterais podem ser feitas com uma exposição cen­tralizada
para incluir tanto o sacro quanto o cóccix. Essa incidência é recomendada
para diminuir as doses go­nadais.

Fatores Técnicos

Tamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12 polegadas), em sentido longitudinal
Grade móvel ou estacionária
Faixa de 90 j: 5 kVp
Esteira de chumbo na mesa, atrás do paciente, para reduzir a dispersão
para o filme
Se o cóccix estiver incluído, um filtro tipo bumerangue é útil para garantir
densidade ótima
Técnica e dose:

Proteção: Proteger as gônadas sem obscurecer a área de interesse.
(A proteção ovariana completa nas mulheres pode obscurecer uma porção do sacro.)

Posição do Paciente: Posicionar o paciente na posição deitada lateral,
com um travesseiro para a cabeça.

Posição da Parte
Fletir os joelhos.
Colocar um suporte sob a cintura e entre os joelhos e os tornozelos para man­
ter o paciente na posição e dar-lhe conforto.
Alinhar o eixo longitudinal do sacro e do cóccix em relação ao RC e à linha
média da mesa/grade.
Assegurar-se de que a pelve e o corpo estão em posição lateral verdadeira.

Raio Central
Direcionar o RC perpendicular ao filme.
Centralizar o RC 3 a 4 polegadas (8 a 10 cm) posterior à ElAS (centralização
para o sacro).
Centralizar o filme em relação ao RC
DFoFí mínima de 40 polegadas (100 cm).

Respiração: Prender a respiração na expiração.

Observação: Altas quantidades de radiação secundária e dispersa são gera­das.

Critérios Radiográficos

Estruturas Mostradas: Vista lateral do sacro, articulação L5-S 1 e cóccix.


LATERAL: SACRO E CÓCCIX




BÁSICA
AP axial do sacro
AP axial do cóccix
Lateral

Observação: O sacro e o cóccix são comumente radiografados juntos.
Incidências AP separadas são exigidas devido a diferentes angulaçães
do RC, mas as laterais podem ser feitas com uma exposição cen­tralizada
para incluir tanto o sacro quanto o cóccix. Essa incidência é recomendada
para diminuir as doses go­nadais.

Fatores Técnicos

Tamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12 polegadas), em sentido longitudinal
Grade móvel ou estacionária
Faixa de 90 j: 5 kVp
Esteira de chumbo na mesa, atrás do paciente, para reduzir a dispersão
para o filme
Se o cóccix estiver incluído, um filtro tipo bumerangue é útil para garantir
densidade ótima
Técnica e dose:

Proteção: Proteger as gônadas sem obscurecer a área de interesse.
(A proteção ovariana completa nas mulheres pode obscurecer uma porção do sacro.)

Posição do Paciente: Posicionar o paciente na posição deitada lateral,
com um travesseiro para a cabeça.

Posição da Parte
Fletir os joelhos.
Colocar um suporte sob a cintura e entre os joelhos e os tornozelos para man­
ter o paciente na posição e dar-lhe conforto.
Alinhar o eixo longitudinal do sacro e do cóccix em relação ao RC e à linha
média da mesa/grade.
Assegurar-se de que a pelve e o corpo estão em posição lateral verdadeira.

Raio Central
Direcionar o RC perpendicular ao filme.
Centralizar o RC 3 a 4 polegadas (8 a 10 cm) posterior à ElAS (centralização
para o sacro).
Centralizar o filme em relação ao RC
DFoFí mínima de 40 polegadas (100 cm).

Respiração: Prender a respiração na expiração.

Observação: Altas quantidades de radiação secundária e dispersa são gera­das.

Critérios Radiográficos

Estruturas Mostradas:  Vista lateral do sacro, articulação L5-S1 e cóccix.
Posição:  Margens posteriores da pelve (incisuras isquiáticas maiores e
cabeças femorais) estão sobrepostas, indicando ausência de rotação do paciente.

AP AXIAL: CÓCCIX




BÁSICA 
AP axial do sacro
AP axial do cóccix
Lateral

Observação: A bexiga deve estar vazia antes do início do procedimento.
É também aconse­lhável que a parte inferior do cólon esteja livre de gases
e material fecal, o que pode exigir um enema para limpá-Io, orientado por
um médico.

Fatores Técnicos

Tamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12polegadas), em sentido longitudinal
Grade móvel ou estacionária
Faixa de 75-80 kVp (ou de 85-90 kVp e redução de mAs)
Técnica e dose com 80 kVp

Proteção: Usar escudos gonadais para homens. A proteção ovariana nas
mulheres não é possível sem obscurecer a área de interesse.
Posição do Paciente Colocar o paciente em decúbito dorsal, com um
travesseiro para cabeça e as pernas estendidas, e suporte sob os joelhos
para dar conforto ao paciente.

Posição da Parte

Alinhar o plano mediossagital à linha média da mesa/grade.
Assegurar-se de que não haja rotação da pelve.

Raio Central

RC angulado a 10° caudal, para entrar 2 polegadas (5 cm) acima da sínfise púbica.
Filme centralizado em relação ao RC projetado.
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm). 

Respiração: Prender a respiração na expiração.

Observações: Técnicos podem precisar aumentar a angulação do RC para
15° caudal se uma curvatura anterior maior do cóccix estiver apa­rente pela
palpação ou se evidenciada pela lateral.
A incidência pode ser feita em posição pronada (ângulo de 10° ce­fálico) se
necessário devido às condições do paciente, com o RC cen­tralizado no cóccix,
que pode ser localizado usando o trocanter maior.

Critérios Radiográficos
Estruturas Mostradas: . Cóccix não-superposto sobre si mesmo e sem
sobreposição da sínfise púbica.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

AP AXIAL: SACRO



BÁSICA
AP axíal do sacro
AP axial do cóccix
Lateral

Observação: O paciente deve urinar antes do exame. Além disso, é
aconselhável que a porção inferior do cólon esteja sem gases ou fezes.
Isso exigiria a prescrição de um enema laxante.

Fatores Técnicos

Tamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12polegadas), em sentido longitudinal
Grade móvel ou estacionária
Faixa de 75-80 kVp (ou de 85-90 kVp e redução mAs) em kVp mAs
Técnica e dose com 80 kVp

Proteção: Usar escudos gonadais para homens. A proteção ovariana nas
mulheres não é possível sem obscurecer a área de interesse.

Posição do Paciente: Colocar o paciente em decúbito dorsal, com um
travesseiro para cabeça e as pernas estendidas, e suporte sob os joelhos
para dar conforto ao paciente.

Posição da Parte
Alinhar o plano mediossagital ao RC e à linha média da mesa/grade.
Assegurar-se de que não haja rotação da pelve.

Raio Central

RC angulado 15° cefálico, para entrar no plano mediossagital, no
ponto médio entre o nível da sínfise púbica e a ElAS
Filme centralizado em relação ao RC projetado
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm)

Respiração: Prender a respiração na expiração.

Observações: O técnico pode precisar aumentar a angulação do RC para
20° cefálico nos pacientes com uma curvatura posterior aparente­mente maior
ou com inclinação do sacro e da pelve.
O sacro feminino é geralmente mais curto e mais largo que o sacro
masculino (uma consideração na colimação rigorosa dos quatro lados).
A radiografia pode ser feita em decúbito ventral (ângulo de 15° caudal), se
necessário, devido às condições do paciente.

Critérios Radiográficos

Estruturas Mostradas: Uma vista lateral das vértebras lombares em hiperflexão
e hiperextensão.

LATERAL (HIPEREXTENSÃO E HIPERFLEXÃO): ROTINA PARA FUSÃO VERTEBRAL

BÁSICA
AP (PA) - Inclinada para a D e para a E 
Lateral- hiperextensão e hiperflexão

Fatores Técnicos

Tamanhodofilme -35 x 43 cm (14 x 17 polegadas)  Grade móvel ou
estacionária
Faixa de 85-95 kVp; esteira de chumbo atrás do pa­ciente se este estiver deitado
Marcadores de extensão e flexão
Técnica e dose, por incidência:

Proteção: Posicionar escudos de contato sobre as gônadas sem obscurecer a
área de interesse.

Posição do Paciente: Posicionar o paciente na posição lateral deitada, com travesseiro para a cabeça e suporte entre os joelhos (ver Observações para pos­sível posição ortostática).
Posicionar a borda inferior do filme 1 a 2 polegadas (3 a 5 cm) abaixo da crista ilíaca.

Posição da Parte

Alinhar o plano coronal médio à linha média da grade.
Híperflexão:
Usando a pelve como uma estaca, peça ao paciente para assumir a posição
fetal (inclinado para a frente) e puxar as pernas para cima o quanto for possível.
Híperextensão:
Usando a pelve como um ponto de apoio, peça ao paciente para mover o
tronco e as pernas posteriormente o quanto for possível para hiperestender
o eixo longitudinal do corpo.
Assegurar-se de que não haja rotação do tórax ou da pelve.

Raio Central

Direcionar o RC perpendicularmente ao filme.
Centralizar o RC em relação ao local de fusão, se conhecido, ou em relação
Ao centro do filme.
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).

Respiração: Prender a respiração na expiração.

Observações: A radiografia também pode ser feita com o paciente em pé e
ereto ou sentado em um tamborete, primeiro inclinando-se para a frente o
quanto possível, segurando as pernas do tamborete, e então inclinando-se
para trás o quanto possível, segurando a parte de trás do tamborete para
manter-se na posição.
A pelve deve permanecer o mais imóvel possível durante o posicionamento.
A pelve age como um ponto de apoio (ponto de articulação ou eixo) durante
as mudanças de posição.

Critérios Radiográficos

Estruturas Mostradas:  Uma vista lateral das vértebras lombares em hiperflexão
e hiperextensão. 

AP (PA) - INCLINAÇÃO PARA A DIREIRA E PARA ESQUERDA: ESCOLIOSE




Rotina para Escoliose
ESPECIAL
PA (AP) - (método de Ferguson)
AP (PA) – Inclinada para a D e para a E

Fatores Técnicos

Tamanhodofilme -35 x 43 cm (14 x 17 pol­legadas), em sentido longitudinal,
ou 35 x 92cm (14 x 36 polegadas)
Grade móvel ou estacionária
Marcador de ortostatismo para posição ortostática
Uso de filtros de compensação para ajudar a ob­ter uma densidade mais
Uniforme ao longo da coluna vertebral
Técnica e dose:

Proteção: Posicionar escudos de contato sobre as gônadas sem obscurecer
a área de interesse.

Posição do Paciente: Fazer a imagem com o paciente na posição ortostá­tica ou
deitada e como uma AP ou PA, com os braços do paciente ao lado do corpo.

Posição da Parte

Alinhar o plano mediossagital ao RC e à linha média da mesa/grade.
Assegurar-se de que não haja rotação do tronco ou da pelve, se possível. .
Situar o limite inferior do filme a 1 a 2 polegadas (3 a 5 cm) abaixo da crista ilíaca.
Com a pelve agindo como uma escora, peça ao paciente para inclinar-se
lateralmente (flexão lateral) o quanto for possível para cada lado.
Se deitado, mova a parte superior do tronco e as pernas para alcançar flexão
lateral máxima.
Repita os passos acima no lado oposto.

Raio Central
RC perpendicular, direcionado para o ponto médio do filme.
DFoFi de 40 a 60 polegadas (100 a 150 cm); DFoFi maior é exigida para
obter a colimação adequada, se usar um filme de 35 x 90 cm (14 x 36 polegadas)

Respiração: Prender a respiração na expiração.

Observações: A pelve deve permanecer o mais imóvel possível durante o
posicionamento. A pelve age como uma escora (ponto de eixo) durante as
 mudanças de posição.
As radiografias podem ser feitas como incidências PA se feitas na posição
or­tostática, para reduzir significativamente a exposição dos órgãos radiossensíveis.

Critérios Radiográficos

Estruturas Mostradas: Uma incidência AP/PA da coluna torácica e lombar,
com o paciente em posições laterais fletidas; mínimo de 1 polegada (2,5 cm)
visível das cristas ilíacas na imagem.