sexta-feira, 20 de abril de 2012

AXILATERAL MODIFICADA - POSSÍVEL TRAUMA: FÊMUR PROXIMAL E QUADRIL



ESPECIAL NÃO- TRAUMA
Perna de rã unilateral


ESPECIAL -TRAUMA
Axiolateral modificado
(método de Clements-Nakayama)


Posição do Paciente: Com o paciente em decúbito dorsal, posicione o lado
afetado próximo da beira da mesa, com ambas as pernas completamente
estendidas. Forneça um travesseiro para a cabeça, e coloque os braços sobre
a parte superior do tórax.


Posição da Parte
Mantenha a perna em posição neutra (anatômica). (O ângulo do RC 15°
posterior compensa a rotação interna da perna.)
Coloque o chassi na bandeja Bucky estendida, que situa a borda inferior
do chassi a cerca de 2 polegadas (5 cm) abaixo do nível do tampo da
mesa.
Incline o chassi cerca de 15° a partir da vertical e ajuste o alinhamento do
chassi para garantir que a face desse esteja perpendicular ao RC a fim de
prevenir rotura da grade.
Centralize a linha central do chassi em relação ao RC projetado.


Raio Central
Angule o RC mediolateralmente o quanto for necessário para que ele esteja
perpendicular e centralizado em relação ao colo femoral. Ele deve
ser angulado posteriormente 15° a 20° a partir da horizontal.
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).


Critérios Radiográficos
Estruturas Mostradas: Na incidência lateral oblíqua do acetábulo, a
cabeça e o colo do fêmur e a área trocantérica são visíveis.





AP UNILATERAL DO QUADRIL: FÊMUR PROXIMAL E QUADRIL




ESPECIAL-NÃO-TRAUMA 
Perna de rã unilateral


Fatores Técnicos
Tamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 1 polegadas), em sentido transversal
Grade móvel ou estacionária
limite de 80 :t 5 kVp
Técnica e dose:
Proteção Proteja as gônadas do paciente, garantindo que o quadril afetado
não esteja obscurecido.


Posição do Paciente: Com o paciente em decúbito dorsal, posicione a área
afetada do quadril para que essa fique alinhada ao RC e à linha média da
mesa e/ou do filme.


Posição da Parte
Flexione o joelho e o quadril do lado afetado, como demonstrado, com a sola
do pé contra a parte interna da perna oposta, próxima ao joelho se possível.
Abduza o fêmur a 45° a partir da vertical, colocando o colo femoral quase
paralelo ao filme (ver Observação 1).
Centralize o colo femoral afetado em relação ao RC e à linha média do filme e
tampo da mesa. (O colo femoral está 3 a 4 polegadas [7,5 a 10 cm] dista I à
ElAS.)


Raio Central: RC é perpendicular ao filme (ver Observação 2), direcionado
ao meio do colo femoral (centro do filme).
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).
Observação 1 : A abdução ótima do fêmur para demonstração do colo
femoral sem qualquer encurtamento é de 20° a 30° a partir da vertical na
maioria dos pacientes. Essa posição resulta em algum encurtamento da
região da porção proximal do fêmur, o que pode causar dificuldade na avaliação.
Observação 2: Uma modificação dessa posição é o método de lauenstein/ Hickey,
com o paciente iniciando na mesma posição, rodando então para o lado afetado
até que o fêmur esteja em contato com o tampo da mesa e paralelo ao filme.
Essa posição encurta a região do colo mas pode demonstrar bem a cabeça
e o acetábulo se a perna afetada puder ser abduzida suficientemente, como
mostrado na Fig. 7.62, detalhe.


Critérios Radiográficos
Estruturas Mostradas: Nas visões laterais do acetábulo e da cabeça e do
colo femorais, a área trocantérica e o terço proximal do fêmur são visíveis.
Posição: A abdução correta do fêmur é demonstrada pelo colo femoral visto
em perfil, sobreposto pelo trocanter maior.





AXIOLATERAL E ÍNFERO-SUPERIOR: FÊMUR PROXIMAL E QUADRIL - TRAUMATISMO



BÁSICAS 
AP unilateral do quadril
Axiolateral (trauma) (ínfero-superior)


Fatores Técnicos
Tamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12 polegadas),
em sentido longitudinal.
Grade do chassi estacionária (lâminas de chumbo vertiais para poder
centralizar o RC em relação à linha central da grade a fim de evitar a
rotura da grade).
limite de 80 :t 5 kVp


Filme digital - exigindo colimação fechada
Técnica e dose:
Proteção: A proteção gonadal não é possível sem obscurecer a anatomia
essencial; colimação rigorosa é importante.


Posição do Paciente: (Pode ser feita na maca ou na cabeceira do leito se o
paciente não conseguir se mover, ver Capo 19, Trauma Pélvico.) O paciente
está em decúbito dorsal , com um travesseiro sob a cabeça; eleve a pelve
1 a 2 polegadas (3 a 5 cm), se possível colocando suportes sob a pelve (mais
importante em pacientes magros e nos pacientes sobre almofada macia ou
na cama).


Posição da Parte
Flexione e eleve a perna não-afetada, de modo que a coxa esteja em
posição quase vertical e fora do campo de colimação. Forneça apoio para
essa posição. Se o pé estiver apoiado no colimador, como mostrado,
coloque lençóis dobrados ou almofadas a fim de evitar queimaduras no
pé provenientes do colimador quente.
Assegure-se de que não há rotação da pelve (distância igual das EIASs até a mesa).
Coloque o chassi na dobra acima da crista ilíaca e ajuste de modo que esteja
paralelo ao colo femoral e perpendicular ao filme. Use o suporte de chassi, se
disponível, ou sacos de areia para manter o chassi na posição.
Faça a rotação interna da perna afetada entre 15° a 20°, a menos que
esteja contra-indicada por possível fratura ou outros processos patológicos
(ver advertência acima).


Raio Central
O RC é perpendicular ao colo femoral e ao filme.
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).
Colimação: Faça a colimação fechada dos quatro lados da região do colo
e cabeça femorais.
Respiração Prender a respiração durante a exposição.


Critérios Radiográficos
Estruturas Mostradas:Toda a cabeça e colo do fêmur, trocanter e acetábulo
devem ser visualizados.

AP UNILATERAL DO QUADRIL: FÊMUR PROXIMAL E QUADRIL





BÁSICAS 
AP unilateral do quadril
Axiolateral (trauma de quadril)
(ínfero-superior)


Fatores Técnicos
Tamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12 polegadas), em sentido longitudinal
Grade móvel ou estacionária
limite de 80 2: 5 kVp em kV


Posição do Paciente: Com o paciente em decúbito dorsal, posicione os braços
ao lado do corpo ou sobre a parte superior do tórax.


Posição da Parte
Localize o colo femoral e alinhe-o em relação ao RC e à linha média da mesa
e/ou do filme.
Assegure-se de que não há rotação da pelve (distância igual das EIAS
até a mesa).
Faça a rotação interna da perna afetada entre 150 a 200 (ver advertência acima).


Raio Central 
RC perpendicular ao filme, direcionado para 1 a 2 polegadas (2,5 a 5 cm)
distal ao meio do colo femoral (para incluir todos os dispositivos ortopédicos
do quadril se presentes). O colo femoral pode ser localizado cerca de 1 a 2
polegadas (3 a 5 cm) medial e 3 a 4 polegadas (8 a 10 cm) distal a ElAS
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).
Colimação Faça a colimação dos quatro lados na área de interesse.
Respiração Prender a respiração durante a exposição.


Critérios Radiográficos
Estruturas Mostradas: O terço proximal do fêmur deve ser visualizado,
juntamente com o acetábulo e partes adjacentes do púbis, ísquio e ílio.




POSTERIOR OBLÍQUA DA PELVE: ACETÁBULO




PELVE  ESPECIAL
AP axial de saída
AP axial de entrada
Posterior oblíqua do acetábulo (Judet)


Fatores Técnicos
Tamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12 polegadas),
em sentido longitudinal
Grade móvel ou estacionária
.imite de 80 :!: 5 kVp em kV
Técnica e exposição:


Posição do Paciente - Posições Oblíquas Posteriores
Com o paciente em posição semi-supina, forneça um travesseiro para a cabeça
e posicione o lado afetado para cima ou para baixo, dependendo da anatomia
a ser demonstrada.


Posição da Parte
Posicione o paciente em posterior oblíqua a 45°, tanto o tórax quanto à pelve
a 45° do tampo da mesa. Faça um suporte com uma esponja em forma de cunha.
Alinhe a cabeça femoral e o acetábulo de interesse à linha média da mesa e
ou do chassi.
Centralize o chassi em sentido longitudinal em relação ao RC ao nível da
cabeça femoral.


Raio Central
Quando a anatomia de interesse está na parte inferior, RC direto
perpendicular e centralizado a 2 polegadas (5 cm) distal e 2 polegadas
(5 cm) medial à ElAS da parte inferior.
Quando a anatomia de interesse está na parte superior, RC direto
perpendicular e centralizado a 2 polegadas (5 cm) diretamente distal
a ElAS da parte superior.
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).


Critérios Radiográficos
Estruturas Mostradas: Quando centralizada à porção inferior do acetábulo,
a borda anterior do acetábulo e a coluna posterior ilioisquiática são
demonstradas. A asa ilíaca é também bem visualizada.
Quando centralizada à porção superior do acetábulo, a borda posterior do
acetábulo e a coluna ilioisquiática anterior são demonstradas. O forame
obturador é também visualizado.






domingo, 15 de abril de 2012

AP AXIAL DE ENTRADA : PELVE




ESPECIAL
Incidência AP axial da saída
Incidência AP axial da entrada


Fatores Técnicos
Tamanho do filme - 30 x 35 cm (11 x 14 polegadas), em sentido transversaL,
ou - 35 x 43 cm (14 x 17 polegadas)
Grade móvel ou estacionária
limite de 80 ::t:: 5 kVp
Técnica e exposição: 17 85


Posição do Paciente: Com o paciente em decúbito dorsal, forneça um
travesseiro para a cabeça. Com as pernas do paciente estendidas,
coloque um suporte sob os joelhos para oferecer-lhe conforto.


Posição da Parte
Alinhe o plano mediossagital ao RC e à linha média da mesa e/ou do chassi.
Assegure-se de que a pelve não está rodada (distância entre a ElAS e o tampo
da mesa igual em ambos os lados).
Centralize o chassi em relação ao RC projetado.


Raio Central
Ângulo do RC caudado a 40° (quase perpendicular ao plano de entrada).
Direcione o RC a um ponto na linha média ao nível das EIASs.
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).


Faça a colimação fechada dos quatro lados na área de
Respiração: Prender a respiração durante a exposição.


Critérios Radiográficos
Estruturas Mostradas: Essa é uma incidência que demonstra o anel
pélvico ou a entrada (abertura superior) em sua totalidade.


AP AXIAL DE SAÍDA : PELVE (MÉTODO DE TAYLOR)




ESPECIAL
Incidência AP axial de saída (Método de Taylor)


Fatores Técnicos
Tamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12 polegadas), em sentido transversal,
ou 30 x 35 cm (11 x 14 polegadas)
Grade móvel ou estacionária
limite de 80 2: 5 kVp em


Técnica e exposição:
Proteção: A proteção das gônadas pode ser feita se um grande cuidado
for tomado a fim de não obscurecer a anatomia pélvica essencial.


Posição do Paciente: Com o paciente em decúbito dorsal, forneça um
travesseiro para a cabeça. Com as pernas do paciente estendidas,
coloque um suporte sob os joelhos para oferecer-lhe conforto.


Posição da Parte
Alinhe o plano mediossagital ao RC e à linha média da mesa e/ou do filme.
Assegure-se de que a pelve não está rodada (distância entre a ElAS e
o tampo da mesa igual em ambos os lados).
Centralize o filme em relação ao RC projetado.


Raio Central
Ângulo do RC (no sentido cefálico) 20° a 35° em homens e 30° a 45°
nas mulheres. (Esses ângulos diferentes são devidos às diferenças nos
formatos entre as pelves masculinas e femininas.)
Direcione o RC a um ponto na linha média 1 a 2 polegadas (3 a 5 em)
distal à borda superior da sínfise púbica ou trocanteres maiores
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).
Respiração: Prender a respiração durante a exposição.


Critérios Radiográficos
Estruturas Mostradas: Ramos superiores e inferiores dos ossos
púbicos e corpo e ramo do ísquio são bem demonstrados, com mínimo
encurtamento ou sobreposição.


AP BILATERAL (PERNA DE RÃ) : PELVE




BÁSICA 
AP
AP perna de rã bilateral (Cleaves modificado)


Fatores Técnicos
Tamanho do filme - 35 x 43 cm (14 x 
17 polegadas), sentido transversal
Grade móvel ou estacionária 351 p
limite de 80 :t 5 kVp ou limite de 90 :t 5 kVp


Técnica e dose
Sem célula central de controle automático de exposição com escudo posicionado.
Proteção: Proteger as gônadas tanto em homens quanto em mulheres sem
obscurecer a anatomia essencial (ver Observação 1)


Posição do Paciente: Com o paciente em decúbito dorsal, forneça um travesseiro
para a cabeça e coloque os braços sobre o tórax.


Posição da Parte
Alinhe o paciente à linha média da mesa e/ou do filme e ao RC
Assegure-se de que a pelve não está rodada; (distâncias iguais do tampo
da mesa até as EIASs) .
Centralize o filme em relação ao RC, ao nível das cabeças femorais, o topo
do filme aproximadamente ao nível da crista ilíaca.  Rexione ambos os joelhos
a aproximadamente 90°, como demonstrado. Una as superfícies plantares dos
pés e abduza ambos os fêmures 40° a 45° a partir da vertical (ver Observação 2).
Assegure-se de que os dois fêmures estão igualmente abduzidos e que a pelve
não está rodada. Coloque suportes sobre cada perna para estabilizar se necessário.


Raio Central
RC é perpendicular ao filme, direcionado a um ponto 3 polegadas (7,5 em)
abaixo do nível da ElAS (1 polegada ou 2,5 cm acima da sínfise púbica).
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).
Respiração Prender a respiração durante a exposição.
Observação 1: Essa incidência é freqüentemente realizada em exames
periódicos de acompanhamento em pacientes mais jovens, assim proteção
gonadal adequadamente colocada é importante tanto em homens quanto
em mulheres, garantindo que as articulações do quadril não estejam cobertas.
Observação 2: Abdução menor dos fêmures como a apenas 20° a 30° a
partir da vertical fornece ao menos encurtamento dos colos femorais, mas
esse posicionamento encurta toda a porção proximal do fêmur, que pode
não ser aconselhável.


Critérios Radiográficos
Estruturas Mostradas: Cabeças e colos femorais, acetábulo e
áreas trocantéricas são visíveis em uma radiografia.



AP - (QUADRIL BILATERAL): PELVE




PELVE 
BÁSICA
AP


Fatores Técnicos
Tamanho do filme - 35 x 43 cm (14 x 17 polegadas), em sentido transversal
Grade móvel ou estacionária
Limite de 80 +/- 5 kVp ou limite de 90 +/- 5 kVp
Técnica e dose a 80 kVp: ou
Para doses mais baixas recebidas pelas gônadas a 90 kVp:


Posição do Paciente: Com o paciente em decúbito dorsal, os braços
ao lado do corpo ou cruzados sobre o tórax; forneça um travesseiro
para a cabeça e um suporte sob os joelhos.


Posição da Parte
Alinhe o plano mediossagital do paciente à linha central da mesa e ao RC .
Assegure-se de que a pelve não está rodada; à distância do tampo da mesa
até cada ElAS deve ser igual.
Separe pernas e pés, então rode internamente os eixos longitudinais dos pés
e membros inferiores em 15° a 20° (ver Advertência anterior). O radiologista
ou o técnico pode precisar colocar bolsas de areia entre os calcanhares e unir
a parte superior dos pés com fita ou usar bolsas de areia adicionais para que
os pés permaneçam nessa posição.


Raio Central
O RC é perpendicular ao filme, direcionado ao ponto médio entre o nível
da ElAS e a sínfise púbica. Esse ponto está à 2 polegadas (5
cm) abaixo do nível da ElAS (ver Observação).
Centralize o chassi no RC
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).
Respiração: Prender a respiração durante a exposição.
Observação: Se realizada como parte da rotina de quadril, a centralização
deve ser cerca de 2 polegadas (5 cm) abaixo para incluir a parte maior da
porção proximal do fêmur.


Critérios Radiográficos
Estruturas Mostradas: Cintura pélvica, LS, sacro e cóccix,
cabeças, colo femorais e trocanteres maiores são visíveis.


LATERAL - PORÇÃO MÉDIA E PROXIMAL DO FÊMUR




Fêmur: Porções Média e Proximal.

BÁSICAS
AP 
Lateral


Fatores Técnicos
Tamanho do filme - 35 x 43 cm (14 x 17polegadas), em sentido longitudinal
Grade móvel ou estacionária
Faixa de 75 :I:: 5 kVp
Devido ao efeito anódico, colocar o quadril do
paciente no pólo catódico do feixe de raios X .


Posição do Paciente: Realizar a radiografia com o paciente em decúbito
lateral, o lado afetado para baixo; fornecer travesseiro para apoio da cabeça.


Posição da Parte
Flexionar o joelho afetado aproximadamente 45° e alinhar o fêmur com a
linha média da mesa. (Lembre-se de que as porções proximal e média do
fêmur são mais próximas da face anterior da coxa.)
Estender e apoiar a perna não-afetada por trás do joelho afetado e manter
o paciente girado posteriormente cerca de 15° para evitar sobreposição da
porção proximal do fêmur e a articulação do quadril.
Ajustar o filme para incluir a articulação do quadril, considerando a divergência
do feixe de raios X. (Pai par ElAS e colocar a margem superior do chassi
ao nível desse marco de referência.)


Raio Central
RC perpendicular ao fêmur e ao chassi, direcionado para o ponto médio do chassi
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm)
Rotina alternativa para incluir ambas as articulações: As rotinas comuns dos
serviços de radiologia incluem ambas as articulações em todos os exames
iniciais de fêmur. Em um adulto de grande porte, isso demanda um segundo
filme menor (24 x 30 cm ou 10 x 12 polegadas) para a articulação do
quadril ou do joelho.


Critérios Radiográficos
Estruturas Mostradas: A metade a dois terços proximais do fêmur,
Incluindo a articulação do quadril, são mostrados. A porção proximal do
fêmur e a articulação do quadril não estarão sobrepostas pelo membro oposto.








sábado, 14 de abril de 2012

LATERAL (MÉDIO-LATERAL): FÊMUR


BÁSICAS 
AP
Lateral

Fatores Técnicos
Tamanho do filme-35 x 43 cm (14 x 17 polegadas), em sentido longitudinal
Grade móvel ou estacionária
Faixa de 75 :!: 5 kVp
Devido ao efeito anódico, colocar o quadril do pa
ciente no pólo catódico do feixe de raios X
Técnica e dose: (com grade de Bucky 12:1)

Posição do Paciente: Realizar a radiografia com o paciente em decúbito
lateral ou, no caso de paciente traumatizado, em decúbito dorsal.

Posição da Parte
Decúbito lateral 
Advertência: Essa posição não deve ser tentada no caso de paciente com
traumatismo grave.
Flexionar o joelho aproximadamente 450 com o paciente deitado sobre o lado
afetado e alinhar o fêmur com a linha média da mesa ou do chassi.
Colocar a perna não-afetada por trás da perna afetada para evitar super-rotação.
Ajustar o chassi para incluir a articulação do joelho (a margem inferior do chassi
deve estar cerca de 2 polegadas (5 cm) abaixo da articulação do joelho).
Geralmente, é necessário um segundo chassi para incluir a porção proximal do
fêmur e quadril em adultos.
Incidência Látero-medial para Traumatismo 
Colocar o apoio sob a perna e o joelho afetados e posicionar o pé e o tornozelo
em incidência AP verdadeira.
Colocar o chassi com uma das bordas maiores sobre a mesa, contra a face medial
da coxa, para incluir o joelho, com o feixe horizontal de raios X direcionado a
partir da face lateral.

Raio Central
RC perpendicular ao fêmur e filme direcionado para o ponto médio do chassi.
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm)
Colimação Colimação fechada em ambos os lados com o fêmur, com a
colimação final com as bordas do chassi.

Critérios Radiográficos
Estruturas Mostradas: Os dois terços distais do fêmur, incluindo a articulação
do joelho, são mostrados. A articulação do joelho não aparecerá completamente
aberta e as margens distais dos côndilos femorais não estarão sobrepostas devido
ao feixe de raios X divergente.


AP: FÊMUR - PORÇÕES MÉDIA E DISTAL





BÁSICAS
AP
Lateral


Fatores Técnicos
Tamanho do filme - 35 x 43 cm (14 x 17
polegadas), em sentido longitudinal
Grade móvel ou estacionária
Faixa de 75 :!:: 5 kVp
Devido ao efeito anódico, colocar o quadril ou a
extremidade cefálica do paciente no pólo catódico
do feixe de raios X


Posição do Paciente: Realizar as radiografias com o paciente em decúbito
dorsal, o fêmur centralizado na linha média da mesa de exame; fornecer ao
paciente um travesseiro para apoiar a cabeça. (Essa incidência também
pode ser feita em uma maca com a grade portátil colocada sob o fêmur.)


Posição da Parte
Alinhar o fêmur com o RC e com a linha média da mesa ou do chassi.
Rodar a perna internamente cerca de 5° para uma incidência AP verdadeira,
similar à AP do joelho. (Para a porção proximal do fêmur, uma rotação interna
da perna a 10 a 15° é necessária, similarmente à AP do quadril.)
Certificar-se de que a articulação do joelho está incluída no chassi,
considerando a divergência do feixe de raios X. (A borda inferior do
chassi deve estar a 2 polegadas (5 cm) abaixo da articulação do joelho.)


Raio Central
RC perpendicular ao fêmur e ao chassi.
Direcionar o RC a um ponto médio do chassi. . DFoFi mínima de 40
polegadas (100 cm).
Rotina para incluir ambas as articulações: As rotinas comuns dos serviços
de radiologia incluem ambas as articulações em todos os exames iniciais
do fêmur. Para um adulto de porte médio, um segundo chassi menor deve
então ser usado para uma incidência AP do joelho ou do quadril, assegurando
que tanto a articulação do quadril quanto à do joelho estejam incluídas.
Se o quadril estiver incluído, a perna deve estar rodada 10 a 15° internamente
para colocar o colo do fêmur lateral.


Critérios Radiográficos
Estruturas Mostradas: Os dois terços distais do fêmur incluindo a
articulação do joelho são mostrados. . O espaço articular do joelho não
aparecerá completamente aberto devido ao feixe de raios X divergente.


TANGENCIAIS (AXIAL OU NASCENTE): PATELA

BÁSICAS 
PA
Lateral
Tangencial


Fatores Técnicos
Tamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12 polegadas) ou 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas),
Em sentido transversal
Écran de detalhes, ponto focal pequeno
Faixa de 65 :!: 5 kVp


1. Incidência ínfero-superior
Realizar a radiografia com o paciente em decúbito dorsal, pernas unidas com apoio sob os joelhos de tamanho suficiente para proporcionar uma flexão de 40 a 45° (pernas relaxadas).
Certificar-se da ausência de rotação das pernas.
Colocar o chassi com a borda repousando na porção média das coxas, inclina do de modo a se posicionar perpendicularmente ao Rc. Usar sacos de areia e fita adesiva, como mostrado na Fig. 6.133, ou outros métodos para estabilizar o chassi nessa posição. Não se recomenda que o paciente seja solicitado a sentar-se e a manter o chassi no lugar porque essa orientação pode posicionar as regiões da cabeça e pescoço do paciente no trajeto do feixe de raios X.


Raio Central
Direcionar o RC infra-superiormente, em um angulo de 10 a 15° das pernas,
para se posicionar tangencialmente à articulação patelofemoral. Palpar as
bordas da patela para determinar o ângulo específico do RC que passa
através do espaço articular infrapatelar.
DFoFi de 40 a 48 polegadas (100 a 120 cm).
Observação 1: A principal vantagem desse método é a de não requerer
equipamento especial e de ser uma posição relativamente confortável para
o paciente. Por conseguinte, o relaxamento total é alcançado com uma flexão
do joelho a 4045°, se o suporte de tamanho apropriado for usado sob os
joelhos. A única desvantagem está em segurar ou apoiar o chassi nessa
posição, se o paciente não puder cooperar inteiramente.


2. Método de Hughston* (pode ser feito bilateralmente em um único chassi)
Realizar a radiografia com o paciente em decúbito ventral, o chassi colocado
sob o joelho; flexionar lentamente o Joelho a 45° (ver Observação 3, abaixo)
manter o pé do paciente seguro com atadura ou repousar o pé contra o colimador
ou outro tipo de suporte; colocar almofada entre o pé e o colimador, se este
estiver quente.


Raio Central
Alinhar o RC aproximadamente 15 a 20° a partir do eixo longitudinal da perna
(tangencial à articulação patelofemoral).
Direcionar o RC para a porção média da articulação patelofemoral.
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).
Observação 2: Essa é uma posição relativamente confortável para o paciente,
e o relaxamento do quadríceps da coxa pode ser obtido. As principais desvantagens
são a distorção da imagem causada pelo alinhamento filme-parte do corpo-feixe
e a dificuldade de um menor ângulo de flexão devido ao equipamento moderno
e aos grandes colimadores.
Observação 3: Alguns autores sugerem menor flexão de apenas 20° para evitar
que a patela seja tracionada para dentro do sulco patelofemoral, que pode
impedir a detecção de anormalidades sutis no alinhamento.


3. Método de Settegast
Advertência: Essa flexão aguda do joelho não deve ser tentada até que
tenha se descartado fratura da patela através de outras incidências.
*Hughston AC: Subluxation of lhe patella, Bane iaint Surg-SO-A: 1003-
1026, 1968. tManaster BJ: Handbooks in radiology, Skeletal Rodia/, St.
Louis, 1989, Year Book Pub.
Realizar a radiografia com o paciente em decúbito ventral, com o chassi
sob o joelho; flexione lentamente o joelho a um ângulo mínimo de 90°; solicitar
aopaciente que mantenha esta posição segurando uma atadura ou fita
adesiva para manter a posição. 



TANGENCIAIS (AXIAL OU NASCENTE): PATELA





Método de Merchant Bilateral
PA
Lateral
Tangencial


Fatores Técnicos
Tamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12 polegadas), em sentido transversal
Écran de detalhes, spot focal pequeno
(a grade não é necessária devido ao espaço de ar
secundário à DOF aumentada)
Faixa de 65 ::': 5 kVp
Algum tipo de apoio para a perna e porta-filme devem ser usados


Posição do Paciente: Realizar a radiografia com o paciente em decúbito
dorsal com joelho flexionado a 400 sobre a extremidade da mesa de exame,
repousando em um suporte para perna. O paciente precisa estar confortável
e relaxado para que os músculos do quadríceps da coxa também estejam
totalmente relaxados (ver Observação abaixo).


Posição da Parte 
Colocar apoio sob os joelhos para elevar a porção distal dos fêmures, se
necessário, de modo a ficarem paralelos à mesa de exame.
Colocar os joelhos e os pés unidos e segurar as pernas também unidas abaixo
do joelho, para evitar rotação e permitir ao paciente ficar totalmente relaxado.
Colocar o chassi com a borda contra as pernas, cerca de 12 polegadas (30 cm)
abaixo dos joelhos, perpendicular ao feixe de raios X.


Raio Central
Angular o RC 300 caudais a partir da posição horizontal
(RC a 30° em relação aos fêmures). Ajustar o ângulo do RC, se necessário,
para uma incidência tangencial verdadeira dos espaços articulares patelofemorais.
Direcionar o RC para um ponto médio entre ambas as rateias.
A DFoFi é de 48 polegadas (120 cm) a 72 polegadas (180 cm)
(o aumento da DFoFi reduz a ampliação).
Observação: O conforto e o relaxamento total do paciente são essenciais.
Os músculos quadríceps femorais devem estar relaxados para evitar a
sub luxação da patela, quando tracionada para dentro do sulco intercondiliano,
o que pode resultar em uma falsa interpretação.


Critérios Radiográficos
Estruturas Mostradas: O sulco intercondiliano (sulco troclear) e a
patela de cada porção distal do fêmur devem ser visualizados em perfil com
o espaço articular patelofemoral aberto.





LATERAL - (MÉDIO-LATERAL): PATELA



BÁSICAS 
PA
Lateral
Tangencial


Fatores Técnicos
Tamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10
polegadas), em sentido longitudinal
Grade móvel ou estacionária, com faixa de 70
+/- 6 kVp ou para paciente de menor porte
(1O cm), écran na mesa de exame, faixa de
60,5 kVp (diminuir 4 a 6 kVp em relação à
técnica para a incidência lateral do joelho, de modo a evitar
a superexposição da patela).


Posição do Paciente: Realizar a radiografia com o paciente em decúbito lateral,
o lado afetado para baixo; fornecer travesseiro para apoio da cabeça;
fornecer apoio para o joelho do membro oposto, colocando atrás do joelho afetado.


Posição da Parte 
Ajustar a rotação do corpo e da perna até que o joelho esteja em posição
lateral verdadeira (epicôndilos femorais diretamente sobrepostos e plano da
patela perpendicular ao plano do chassi).
Flexionar o joelho apenas de 5° a 10° (Uma flexão maior pode separar
fragmentos de fratura, se presentes).
Alinhar e centralizar o eixo longitudinal da patela com o RC e com a linha
central da mesa de exame ou do chassi.


Raio Central
RC perpendicular ao chassi.
Direcionar o RC para a região média da articulação patelofemoral.
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).
Observação: Essa incidência também pode ser obtida como uma lateral
transversal à mesa, sem flexão do joelho, em uma vítima de traumatismo
grave, como descrito no Capo 19 sobre radiografia móvel! portátil e no
traumatismo.


Critérios Radiográficos
Estruturas Mostradas: Uma imagem lateral demonstrando a patela, a
articulação patelofemoral e a articulação tibiofemoral.
Posição: Lateral verdadeira: As bordas anterior e posterior dos côndilos
femorais medial e lateral devem estar diretamente sobrepostas e o espaço
articular patelofemoral deve aparecer aberto.



quinta-feira, 12 de abril de 2012

PA : PATELA


BÁSICAS 
PA
Lateral
Tangencial


Posição do Paciente: Realizar a radiografia com o paciente em decúbito ventral,
as pernas estendidas; fornecer travesseiro para apoio da cabeça; colocar um
apoio sob o tornozelo e a perna com um pequeno apoio sob o fêmur, acima do
joelho, para evitar pressão direta sobre a patela.


Posição da Parte
Alinhar e centralizar o eixo longitudinal da perna e do joelho com a
linha média da mesa de exame ou do filme.
PA verdadeira: Alinhar a linha interepicondiliana em paralelo com o
plano do chassi. (Habitualmente, isso exige uma rotação interna da
região anterior do joelho de cerca de 5°.)


Raio Central
RC perpendicular ao filme.
Direcionar o RC para a região média da patela (que, habitualmente,
se localiza aproximadamente no meio da crista poplítea).
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).
Colimação Colimar os quatro lados bem de perto, para incluir apenas a área
da patela e da articulação do joelho.
Observações: Uma fratura potencial de patela exige maiores cuidados para não
flexionar o joelho e para fornecer apoio sob a coxa (fêmur), de modo a não impor
uma pressão direta sobre a região da patela.
A incidência também pode ser realizada como uma incidência AP posicionada
similarmente à AP do joelho, se o paciente não puder assumir a posição de
decúbito ventral.
Patela
Côndilos femorais
Eminência intercondiliana
Critérios Radiográficos


Estruturas Mostradas: A articulação do joelho e a patela com registro ideal
dos detalhes da patela devido à DOF diminuída se realizada na incidência
PA são mostradas.


AP: JOELHO (FOSSA INTERCONDILIANA)




Axial PA ESPECIAL
Axial AP


Fatores Técnicos
Tamanho do filme - 18 x 24 em (8 x 10 polegadas), em sentido transversal
Chassi curvo é preferível, se disponível, para reduzir a distância entre a parte
e o filme.  Écran de detalhes, ponto focal pequeno (Faixa de 65 :t 5 kVp) (sem necessidade
de grade devido ao espaço de ar).


Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área pélvica, estendendo-o até a
porção média do fêmur.


Posição do Paciente: Realizar a radiografia com o paciente em decúbito dorsal.
Fornecer apoio para o joelho parcialmente fletido com toda a perna na posição
anatômica sem rotação.


Posição da Parte 
Flexionar o joelho a 40° a 45° e colocar apoio sob o chassi, se necessário,
para que ele se adapte firmemente contra a face posterior da coxa e da perna,
como mostrado na Fig. 6.119.
Se houver um chassi curvo, coloca-lo sob o joelho, como mostrado na
Ajustar o chassi, se necessário, para centraliza-lo com a região média
da articulação do joelho.


Raio Central
. Direcionar o RC perpendicular à perna (40° a 45° cefálicos).
. Direcionar o RC para um ponto localizado a 1/2 polegada (1,25 cm)
distal ao ápice da patela.
. DFoFi mínima de 40 polegadas (100 em).
Colimação Colimar os quatro lados com a área da articulação do joelho.


Sumário dos Critérios Radiográficos
. O centro do campo de colimação de quatro lados (RC) deve estar direcionado para a região média da articulação do joelho. A fossaintercondiliana deve aparecer de perfil, aberta, sem sobreposição da patela.
A eminência intercondiliana e o platô tibial, além dos côndilos distais do fêmur, devem ser claramente visualizados. A ausência de rotação será evidenciada pela aparência simétrica dos côndilos femorais posteriores distais e sobreposição de aproximadamente metade da cabeça da fíbula pela tíbia. 
A exposição ideal visualizará os tecidos moles no espaço articular do joelho e o contorno da patela através do fêmur. As tramas trabeculares dos côndilos femorais e da porção proximal da tíbia devem parecer claras e nítidas, se o paciente não tiver se movimentado.



AXIAL PA - VISTA DO TUNEL (FOSSA INTERCONDILIANA): JOELHO

ESPECIAL
Axial PA


Fatores Técnicos
Tamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas),
em sentido longitudinal
Grade móvel ou estacionária (ou écran < 10 cm)
Faixa de 75 :!: 5 kVp (aumento de 4-6 kVp em
relação à AP do joelho)
Técnica e dose
(com grade de Bucky 12: 1)



Posição do Paciente
Realizar a radiografia com o paciente em decúbito ventral; colocar travesseiro sob a cabeça.
2. Pedir ao paciente que se ajoelhe sobre a mesa de exame.


Posição da Parte 
Decúbito ventral:
Flexionar os joelhos a 40° a 50°; colocar apoio sob o tornozelo.
Centralizar o chassi com a articulação do joelho considerando a incidência do
ângulo do Rc.
De joelhos:
Com o paciente ajoelhado e as mãos apoiadas sobre a mesa de exame, colo
car o chassi sob o joelho afetado e centraliza-lo com a crista poplítea.
Solicitar ao paciente que apóie o peso do corpo principalmente no Joelho oposto
(não-afetado).
Colocar apoio almofadado sob o tornozelo e a perna do membro afetado para
reduzir a pressão sobre o joelho lesado.
Solicitar ao paciente que, lentamente, se incline para a frente 20° a 30°
e se mantenha nessa posição. (Resulta em uma flexão do joelho de 60° a 70°.)


Raio Central
Decúbito ventral: Direcionar o RC perpendicular à perna (40° a 50° caudais
para se compatibilizar com o grau de flexão).
De joelhos: Direcionar o RC perpendicular ao chassi e à perna.
Direcionar o RC à linha média da crista poplítea.
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).



Sumário dos Critérios Radiográficos
O centro do campo de colimação de quatro lados (RC) deve estar direcionado para a região média da articulação do joelho.  Nessa incidência, a fossa intercondiliana deve aparecer de perfil, aberta, sem sobreposição da patela.  A ausência de rotação será evidenciada pela aparência simétrica dos côndilos femorais posteriores distais e pela sobreposição de aproximadamente metade da cabeça da fíbula pela tíbia. As facetas articulares e a eminência intercondiliana da tíbia devem estar bem visualizadas, sem sobreposição. A exposição ideal visualizará os tecidos moles no espaço articular do joelho e o contorno da patela através do fêmur. As tramas trabeculares dos côndilos femorais e da porção proximal da tíbia devem parecer claras e nítidas, sem movimento.