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terça-feira, 1 de novembro de 2011

INCIDÊNCIA LATERAL OPD OU OPE - ESCÁPULA



INCIDÊNCIA COMPLEMENTAR 

Fatores Técnicos
Tamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12 polegadas), no sentido longitudinal
Grade móvel ou estática
Não se recomenda o uso de controle automático de exposição
Chassi digital - exige colimação muito rigorosa
Limite de 75 :!:: 5 kVp
Técnica e dose:

Uso de Protetores: Coloque um protetor de chumbo na região pélvica.

Posição do Paciente: Obtenha a radiografia com o paciente em de­cúbito
dorsal e coloque o braço afetado em volta do tórax. Então rode o corpo
inteiro em cerca de 30°, ou o quanto necessário para elevar o ombro
afetado até que o corpo da escápula esteja em uma posição lateral
verdadeira. Flexione o joelho do lado afetado para auxiliar o paciente
na manutenção dessa posição oblíqua do corpo.

Posição das Partes 
Palpe as bordas da escápula segurando as bordas media! e lateral do
corpo da escápula com os dedos e o polegar (veja Fig. 5.82, detalhe).
Cuidadosamente, ajuste a rotação do corpo conforme necessário para
tornar o plano do corpo da escápula perpendicular ao filme.
Alinhe o paciente em relação ao tampo da mesa de modo que a borda
lateral (axilar) da escápula esteja centralizada em relação ao RC e ao
centro do filme.

Raio Central
O RC deve estar orientado para o meio da borda lateral da escápula
DFoFi mínima de 10 polegadas (100 cm) 


Colimação: Faça a colimação na área da escápula. Respiração Suspenda a
respiração durante a exposição.

Critérios Radiográficos
Estruturas Mostradas: . Toda a escápula deve ser visualizada em posição lateral.
Posição: . Uma incidência lateral verdadeira é vista pela superposição direta das
bordas vertebral e lateral. . O corpo da escápula deve ser visto em perfil, livre
da superposição das costelas. . O quanto for possível, não se deve superpor
o úmero em relação à área de interesse da escápula.


INCIDÊNCIA LATERAL - OAD OU OAE: ESCÁPULA

ROTINA BÁSICA:
AP
Lateral
Ortostática
Em decúbito

Fatores Técnicos

Tamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12 polegadas), no sentido longitudinal
Grade móvel ou estática
Não se recomenda o uso do controle automático de exposição
Chassi digital - exige colimação muito rigorosa
Limite de 75 ::':: 5 kVp
Técnica e dose:

Posição do Paciente: Obtenha a radiografia com o paciente na posição ortostática ou em decúbito. (A posição ortostática é preferível se a condição do paciente o permitir.) Vire o paciente na direção do chassi em uma posição oblíqua anterior.

Posição das Partes (Ortostática)

Faça com que o paciente coloque o braço sobre a região do tórax e segure 
o ombro oposto. Essa posição mostra melhor o corpo da escápula 
(veja Figs. 5.77 e 5.78). ou ,Faça com que o paciente deixe o braço afetado 
ao lado do corpo, flexione o cotovelo e em seguida coloque o braço parcialmente 
abduzido atrás da parte inferior do dorso.
Uma opção seria deixar o braço do paciente repousar ao lado do
corpo. Essa posição mostra melhor o acrômio e o processo coracóide
(veja Figs. 5.79 e 5.80). Palpe as bordas da escápula e rode o paciente
até que a escápula esteja em uma posição lateral verdadeira.
Na maioria dos pacientes ela estará rodada de 30° a 45° em relação à
posição lateral, o que resulta em uma posição oblíqua anterior de 45° a 60°.
A posição do úmero (abaixo e ao lado, ou acima e ao longo da face
anterior do tórax) interfere na rotação do corpo necessária. Um grau
menor de rotação é necessário quando o braço está elevado em tomo
da face anterior do tórax. (A superfície posterior achatada do corpo da
escápula deve estar orientada perpendicularmente em relação ao filme.)
Alinhar o corpo do paciente de modo a centralizar a borda mesovertebral
com RC e o filme.

Raio Central
O RC deve estar orientado para o meio da borda vertebral da escápula
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm)

Respiração: Suspenda a respiração durante a exposição.

Critérios Radiográficos

Estruturas Mostradas 
Posição: o Toda a escápula deve ser visualizada em posição lateral,
evidenciada pela superposição direta das bordas vertebral e lateral.
Uma incidência lateral verdadeira é mostrada pela superposição direta
das bordas vertebral e lateral. O corpo da escápula deve estar em perfil,
livre de superposição pelas costelas.O quanto for possível, não se deve
superpor o úmero em relação a área de interesse da escápula.


INCIDÊNCIA AP: ESCÁPULA

ROTINA BÁSICA:
AP
Lateral

Fatores Técnicos
Tamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12 polegadas), no sentido longitudinal
Grade móvel ou estática
limite de 75 :!: 5 kVp
Mínimo de 3 segundos para o tempo de exposição com a técnica de
respiração (4 ou 5 s são desejáveis); sem controle automático de exposição.
Técnica e dose: 

Uso de Protetores: Coloque um protetor gonadal na região pélvica.

Posição do Paciente: Obtenha a radiografia com o paciente emdecúbito dor­sal ou ereto. (A posição ortostática pode ser mais.
confortável para o paciente.) A superfície posterior do ombro deve estar em contato com a tampa da mesa ou o chassi, sem rotação do tórax. (A rotação na direção do lado afetado colocaria a escápula em uma posição posterior mais verdadeira. Contudo, também resulta­ria em maior superposição da caixa torácica.)

Posição das Partes 
Posicione o paciente de forma que a região central da escápula esteja
no centro do RC
Ajuste o chassi no centro do RC O topo do filme deve estar cerca de
2 polegadas ou 5 cm acima do ombro, e a borda lateral do filme deve
estar cerca de 2 polegadas ou 5 cm da margem lateral da caixa torácica.
Abduza discretamente o braço a 90° e supine a mão do paciente. (A abdução
moverá a porção lateral da escápula para impedir a superposição é com as
estruturas torácicas.)

Raio Central
O RC deve estar perpendicular à região central da escápula, 2 polegadas
(5cm) abaixo do processo coracóide. Uma alternativa seria a orientação
ao nível da axila e cerca de 2 polegadas (5 cm) media! em relação à
borda lateral do paciente
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm)

Colimação: A colimação deve ser feita nos quatro lados, na área da escápula.

Respiração: A técnica de respiração é preferível se o paciente puder
cooperar. Solicite ao paciente que respire suavemente sem mover o
ombro ou braço afetado.

Critérios Radiográficos
Estruturas Mostradas: o A porção lateral da escápula está livre
de superposição. o A porção medial da escápula será vista através
das estruturas torácicas.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

BILATERAL (AP) COM E SEM PESOS - CLAVÍCULAS

                                       



ROTINA BÁSICA:
AP bilateral com pesos e
AP bilateral sem pesos

Fatores Técnicos
Tamanho do filme - 35 x 43 cm (14 x 17 polegadas), em sentido
transversal, ou 7 x 17 polegadas (14 X 43 cm), se disponível
Marcadores do tipo "com peso" e "sem peso"
Sem o uso de grade
Não é recomendado o uso de controle automático de exposição
65 :!: 5 kVp com tela; 65-70 kVp com grade em pacientes maiores
Para pacientes de ombros largos, use dois chassis de 18 x 24 cm
(8 x 10 polegadas) em sentido transversal posicionados de cada lado e
expostos simultaneamente para incluir as duas articulações AC na mesma
exposição.
Técnica e dose:

Uso de Protetores: Proteja a região gonadal ao redor da cintura.

Posição do Paciente: Obtenha a radiografia com o paciente na posição
ortostática, com a região posterior dos ombros voltada para o chassi,
usando pesos iguais em ambos os pés; braços posicionados ao lado do
corpo; sem rotação dos ombros ou da pelve; olhando para a frente.
(Pode ser obtida com o paciente sentado, se for necessário.) Duas
radiografias das articulações AC são obtidas na mesma posição, uma sem
pesos e a outra com pesos.

Posição das Partes
Posicione o paciente de modo a direcionar o RC para o ponto médio entre
as articulações AC
Centralize a linha média does) chassi(s) em relação ao RC (o topo do filme 
deve estar cerca de 2 polegadas ou 5 cm acima dos ombros).

Raio Central
O RC deve estar perpendicular em relação ao ponto médio entre as
articulações AC, 1 polegada ou 2,5 cm acima da incisura jugular (veja a
Observação abaixo).
DFoFi mínima de 72 polegadas (180 cm)

Colimação: A colimação deve ser feita com um campo luminoso longo e
estreito, sobre a área de interesse. O limite superior da luz deve estar
direcionado para as margens dos tecidos moles da região superior do ombro.

Respiração: Suspenda a respiração durante a exposição.


Pesos: Após a realização da primeira exposição sem os pesos e da troca
does) chassi(s), em pacientes adultos de grande estatura, fixe pesos de
1,6-2 kg em cada punho. Em seguida, com os ombros relaxados,
cuidadosamente deixe que os pesos pendam dos punhos, rebaixando os
braços e ombros. Pesos iguais devem ser usados em cada punho. Pesos
menores (1-1,6 kg por membro) podem ser usados em pacientes de menor
porte ou emagrecidos, e pesos maiores, em pacientes maiores. (Estude o
protocolo do departamento para saber o peso a ser aplicado.)

INCIDÊNCIA AP E AP AXIAL - CLAVÍCULA

ROTINA BÁSICA:
AP e axial AP
As rotinas departamentais freqüentemente incluem as incidências em AP e AP axial.

Fatores Técnicos
Tamanho do filme - 2'4 x 30 cm (10 x 12 polegadas), no sentido transversal
Grade móvel ou estática
Não é recomendado o uso do controle automático de exposição
Chassi digital - necessita de colimação mui­to próxima
limite de 70 :
Técnica e dose:
Posição do Paciente Obtenha a radiografia com o paciente em de­cúbito dorsal ou ereto com os braços ao lado do corpo, queixo elevado e olhando para a frente. A região posterior do ombro deve estar em contato com o chassi ou o tampo da mesa, sem rotação do corpo.

Posição das Partes
Centralize a clavícula em relação ao chassi e ao RC (A clavícula pode ser facilmente palpada com a sua face medial na incisura jugular e a porção lateralna articulação AC, acima do ombro.)

Raio Central
AP:
O RC deve estar perpendicular em relação à parte central da clavícula.
AP axial/:
O RC deve estar orientado de 15° a 30° no sentido cefálico em relação
à região central da clavícula (veja Observação abaixo).
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm) 


Colimação: A colimação deve ser feita na área da clavícula. (Certifique-se
de que tanto a articulação acromioclavicular como a esternoclavicular
estejam incluídas.)

Respiração: Suspenda a respiração no fim da inspiração (ajuda a ele­var as
clavículas).

PA alternativo: A radiografia também pode ser obtida em uma incidência em
PA e/ou PA axial com um ângulo caudal entre 15° e 20°.
Observação: Pacientes longilíneos exigem uma angulação de 10° 15° maior
que os pacientes com ombros e tórax largos (hiperestênicos)

Sumário dos Critérios Radiográficos
AP 0°: Os limites da colimação devem ser visíveis com a clavícula
inteiramente visualizada, incluindo tanto as articulações AC quanto as
articulações esternoclaviculares.
Axial AP: A correta angulação do RC projetará a maior parte da
clavícula sobre a escápula e as costelas. Apenas a porção media I da
clavícula estará superposta pela primeira e segunda costelas. .
A exposição adequada mostrará a clavícula distal e a articulação AC
sem densidade excessiva. As margens ósseas e o trabeculado devem
aparecer com aspecto nítido, indicando que não houve movimentação.
A região media! da clavícula e a articulação esternoclavicular também
devem ser visualizadas através do tórax.        

OBLÍQUA APICAL - MÉTODO DE GARTH



ESPECIAL:
Saída supraespinhal (método de Neer)
Oblíqua apical (método de Garth)

Fatores Técnicos
Tamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas), no sentido longitudinal
Grade móvel ou estática
Chassi digital - é necessária uma colimação muito próxima
limite de 75 :t 5 kVp
Técnica e dose:

Uso de Protetores: Proteja a região pélvica.
Posição do Paciente: Obtenha a radiografia com o paciente em decúbito
dorsal ou ereto. (A posição ortostática é geralmente menos dolorosa se a
condição do paciente o permitir.) Rode o corpo 45° em direção ao lado afetado
 (superfície posterior do ombro afetado contra o chassi).
Posição das Partes 
Centralize a articulação escapuloumeral em relação ao RC e ao chassi. .
Ajuste o chassi de modo que o RC que incide com angulação de 45°
projete a articulação escapuloumeral no centro do chassi.
Flexione o cotovelo e coloque o braço sobre o tórax. No caso de trauma,
mantenha o braço ao lado do corpo, da forma que o paciente se
apresentou.

Raio Central
O RC deve estar orientado a 45° caudalmente, centralizado na articulação
escapuloumeral
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm)

Colimação: A colimação deve ser feita próxima à área de interesse.

Respiração: Suspenda a respiração durante a exposição.

Critérios Radiográficos
Estruturas Mostradas: . A cabeça do úmero, a cavidade glenóide, o
colo e a cabeça da escápula são bem demonstrados, livres de superposição.
Posição: O processo coracóide é projetado sobre parte da cabeça do
 úmero, que aparece alongada. . O acrômio e a articulação AC estão
projeta dos superiormente em relação à cabeça do úmero.


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

LATERAL EM “Y” ESCAPULAR – POSIÇÃO OBLIQUA ANTERIOR OMBRO (TRAUMATISMO)






Advertência: Não tente rodar o braço se houver suspeita de fratura ou luxação.
 
BÁSICA BÁSICA:
AP (rotação neutra)
Lateral transtorácica ou
Lateral em Y escapular

Fatores Técnicos
Tamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12 polegadas). no sentido longitudinal
Grade móvel ou estática
Não se recomenda o uso do controle automático de exposição
Chassi digital- é necessária uma colimação muito rigorosa
Limite de 75 :!: 5 kVp             
Técnica e dose:

Uso de Protetores: Proteja a região pélvica.
Posição do Paciente Obtenha a radiografia com o paciente ereto ou em
de­cúbito. (A posição ortostática é geralmente mais confortável para o paciente.)

Posição das Partes 
Promova rotação para uma posição oblíqua anterior, como se fosse para uma
incidência lateral de escápula, com o paciente olhando para o chassi.
A maioria dos pacientes estará em uma posição oblíqua de 45° a 60°.
Palpe as bordas escapulares para determinar a rotação correta em uma
posição lateral verdadeira da escápula.
Centralize a articulação escapuloumeral em relação ao RC e ao centro do chassi.
Abduza discretamente o braço, se possível, para evitar a superposição da porção
proximal do úmero em relação às costelas; não tente rodar o braço.

Raio Central
O RC deve estar orientado perpendicularmente ao chassi, direcionado para
a articulação escapuloumeral (2 ou 2 1/2 polegadas (5 ou 6 cm) abaixo do
ápice do ombro) (veja a Observação).
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm)

Colimação: Faça a colimação nos quatro lados da área de interesse.

Respiração: Suspenda a respiração durante a exposição.

Observação: Se a condição do paciente necessitar, essa incidência lateral
em Y escapular pode ser obtida com o paciente em decúbito na posição
oblíqua posterior oposta, com o ombro afetado elevado. (Veja p. 193, porção
lateral da escápula em decúbito.)


Critérios Radiográficos

Estruturas Mostradas: . Uma incidência lateral verdadeira da escápula,
porção proximal do úmero e da articulação escapuloumeral.
Posição: . O fino corpo da escápula deve ser visto ao final, sem a
superposição das costelas. O acrômio e os processos coracóide
devem aparecer como os ramos superiores do Y, quase simétricos. .
A cabeça do úmero deve aparecer superpondo-se à base do Y, se o úmero
não estiver deslocado.

LATERAL TRANSTORÁCICA DE OMBRO - MÉTODO DE LAWRENCE



















ROTINA BÁSICA:
AP (rotação neutra)
Lateral transtorácica ou
Lateral em Y escapular

Fatores Técnicos
Tamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12 polegadas), no sentido longitudinal
Grade móvel ou estática, vertical, com o RC orientado para a linha central
limite de 75 :t 5 kVp
Tempo de exposição mínimo de 3 segundos com a técnica de respiração
(4 ou 5 segundos é aconselhável) em kV mAs Sk ML.
Técnica e dose

Uso de Protetores: Proteja a região pélvica.


Posição do Paciente: Obtenha a radiografia com o paciente em decúbito
dorsal ou ereto. (A posição ortostática é a preferida, que também pode
ser mais confortável para o paciente.) Coloque o paciente em posição
lateral, com o lado de interesse voltado contra o chassi. Com o paciente
em decúbito dorsal, coloque linhas de grade verticalmente e oriente o RC
para a linha central. de modo a prevenir o corte de grade.


Posição das Partes

Coloque o braço afetado ao lado do corpo do paciente em rotação neutra;
permita a queda do ombro, se possível.
Eleve o braço oposto e coloque a mão sobre a cabeça; eleve o ombro o
máximo possível para impedir a superposição em relação ao ombro afetado.
Centralize o colo cirúrgico e o centro do filme em relação ao RC, conforme
projetado através do tórax.
Assegure-se de que o tórax esteja em posição lateral verdadeira ou com
discreta rotação anterior do ombro não-afetado para minimizar a
superposição do úmero por vértebras torácicas.


Raio Central

O RC deve estar orientado perpendicularmente ao chassi, direcionado através
do tórax para o colo cirúrgico (veja Observação).
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm)

Colimação: A colimação deve ser feita nos quatro lados da área de interesse.

Respiração: A técnica de respiração é preferível se o paciente puder co­operar.
O paciente deve ser solicitado a fazer incursões respiratórias de pequena
amplitude, sem mover o braço ou o ombro afetado. (Essa técnica permitirá
uma melhor visualização da porção proximal do úmero por reduzir a nitidez
das costelas e das estruturas pulmonares.)


Observação: Se a dor impedir o paciente de promover a queda do ombro
afetado e elevar o braço e ombro opostos, de modo a evitar a superposição
de ombros, promova uma angulação do CR de 10° a 1 5° no sentido cefálico.

Critérios Radiográficos

Estruturas Mostradas: Uma incidência lateral da metade proximal do
úmero e da articulação glenoumeral deve ser visualizada através do tórax,
sem a superposição do ombro oposto.
Posição:  O contorno da diáfise da porção proximal do úmero deve ser
claramente visualizado anteriormente às vértebras torácicas. . A relação
entre a cabeça do úmero e a cavidade glenóide deve ser demonstrada.