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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

LATERAL: CÓCCIX


BÁSICA
AP axial do sacro
AP axial do cóccix
Lateral

Observação: O sacro e o cóccix são comumente radiografados juntos.
Incidências AP separadas são exigidas devido a diferentes angulaçães
do RC, mas as laterais podem ser feitas com uma exposição cen­tralizada
para incluir tanto o sacro quanto o cóccix. Essa incidência é recomendada
para diminuir as doses go­nadais.

Fatores Técnicos

Tamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12 polegadas), em sentido longitudinal
Grade móvel ou estacionária
Faixa de 90 j: 5 kVp
Esteira de chumbo na mesa, atrás do paciente, para reduzir a dispersão
para o filme
Se o cóccix estiver incluído, um filtro tipo bumerangue é útil para garantir
densidade ótima
Técnica e dose:

Proteção: Proteger as gônadas sem obscurecer a área de interesse.
(A proteção ovariana completa nas mulheres pode obscurecer uma porção do sacro.)

Posição do Paciente: Posicionar o paciente na posição deitada lateral,
com um travesseiro para a cabeça.

Posição da Parte
Fletir os joelhos.
Colocar um suporte sob a cintura e entre os joelhos e os tornozelos para man­
ter o paciente na posição e dar-lhe conforto.
Alinhar o eixo longitudinal do sacro e do cóccix em relação ao RC e à linha
média da mesa/grade.
Assegurar-se de que a pelve e o corpo estão em posição lateral verdadeira.

Raio Central
Direcionar o RC perpendicular ao filme.
Centralizar o RC 3 a 4 polegadas (8 a 10 cm) posterior à ElAS (centralização
para o sacro).
Centralizar o filme em relação ao RC
DFoFí mínima de 40 polegadas (100 cm).

Respiração: Prender a respiração na expiração.

Observação: Altas quantidades de radiação secundária e dispersa são gera­das.

Critérios Radiográficos

Estruturas Mostradas: Vista lateral do sacro, articulação L5-S 1 e cóccix.


LATERAL: SACRO E CÓCCIX




BÁSICA
AP axial do sacro
AP axial do cóccix
Lateral

Observação: O sacro e o cóccix são comumente radiografados juntos.
Incidências AP separadas são exigidas devido a diferentes angulaçães
do RC, mas as laterais podem ser feitas com uma exposição cen­tralizada
para incluir tanto o sacro quanto o cóccix. Essa incidência é recomendada
para diminuir as doses go­nadais.

Fatores Técnicos

Tamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12 polegadas), em sentido longitudinal
Grade móvel ou estacionária
Faixa de 90 j: 5 kVp
Esteira de chumbo na mesa, atrás do paciente, para reduzir a dispersão
para o filme
Se o cóccix estiver incluído, um filtro tipo bumerangue é útil para garantir
densidade ótima
Técnica e dose:

Proteção: Proteger as gônadas sem obscurecer a área de interesse.
(A proteção ovariana completa nas mulheres pode obscurecer uma porção do sacro.)

Posição do Paciente: Posicionar o paciente na posição deitada lateral,
com um travesseiro para a cabeça.

Posição da Parte
Fletir os joelhos.
Colocar um suporte sob a cintura e entre os joelhos e os tornozelos para man­
ter o paciente na posição e dar-lhe conforto.
Alinhar o eixo longitudinal do sacro e do cóccix em relação ao RC e à linha
média da mesa/grade.
Assegurar-se de que a pelve e o corpo estão em posição lateral verdadeira.

Raio Central
Direcionar o RC perpendicular ao filme.
Centralizar o RC 3 a 4 polegadas (8 a 10 cm) posterior à ElAS (centralização
para o sacro).
Centralizar o filme em relação ao RC
DFoFí mínima de 40 polegadas (100 cm).

Respiração: Prender a respiração na expiração.

Observação: Altas quantidades de radiação secundária e dispersa são gera­das.

Critérios Radiográficos

Estruturas Mostradas:  Vista lateral do sacro, articulação L5-S1 e cóccix.
Posição:  Margens posteriores da pelve (incisuras isquiáticas maiores e
cabeças femorais) estão sobrepostas, indicando ausência de rotação do paciente.

AP AXIAL: CÓCCIX




BÁSICA 
AP axial do sacro
AP axial do cóccix
Lateral

Observação: A bexiga deve estar vazia antes do início do procedimento.
É também aconse­lhável que a parte inferior do cólon esteja livre de gases
e material fecal, o que pode exigir um enema para limpá-Io, orientado por
um médico.

Fatores Técnicos

Tamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12polegadas), em sentido longitudinal
Grade móvel ou estacionária
Faixa de 75-80 kVp (ou de 85-90 kVp e redução de mAs)
Técnica e dose com 80 kVp

Proteção: Usar escudos gonadais para homens. A proteção ovariana nas
mulheres não é possível sem obscurecer a área de interesse.
Posição do Paciente Colocar o paciente em decúbito dorsal, com um
travesseiro para cabeça e as pernas estendidas, e suporte sob os joelhos
para dar conforto ao paciente.

Posição da Parte

Alinhar o plano mediossagital à linha média da mesa/grade.
Assegurar-se de que não haja rotação da pelve.

Raio Central

RC angulado a 10° caudal, para entrar 2 polegadas (5 cm) acima da sínfise púbica.
Filme centralizado em relação ao RC projetado.
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm). 

Respiração: Prender a respiração na expiração.

Observações: Técnicos podem precisar aumentar a angulação do RC para
15° caudal se uma curvatura anterior maior do cóccix estiver apa­rente pela
palpação ou se evidenciada pela lateral.
A incidência pode ser feita em posição pronada (ângulo de 10° ce­fálico) se
necessário devido às condições do paciente, com o RC cen­tralizado no cóccix,
que pode ser localizado usando o trocanter maior.

Critérios Radiográficos
Estruturas Mostradas: . Cóccix não-superposto sobre si mesmo e sem
sobreposição da sínfise púbica.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

AP AXIAL: SACRO



BÁSICA
AP axíal do sacro
AP axial do cóccix
Lateral

Observação: O paciente deve urinar antes do exame. Além disso, é
aconselhável que a porção inferior do cólon esteja sem gases ou fezes.
Isso exigiria a prescrição de um enema laxante.

Fatores Técnicos

Tamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12polegadas), em sentido longitudinal
Grade móvel ou estacionária
Faixa de 75-80 kVp (ou de 85-90 kVp e redução mAs) em kVp mAs
Técnica e dose com 80 kVp

Proteção: Usar escudos gonadais para homens. A proteção ovariana nas
mulheres não é possível sem obscurecer a área de interesse.

Posição do Paciente: Colocar o paciente em decúbito dorsal, com um
travesseiro para cabeça e as pernas estendidas, e suporte sob os joelhos
para dar conforto ao paciente.

Posição da Parte
Alinhar o plano mediossagital ao RC e à linha média da mesa/grade.
Assegurar-se de que não haja rotação da pelve.

Raio Central

RC angulado 15° cefálico, para entrar no plano mediossagital, no
ponto médio entre o nível da sínfise púbica e a ElAS
Filme centralizado em relação ao RC projetado
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm)

Respiração: Prender a respiração na expiração.

Observações: O técnico pode precisar aumentar a angulação do RC para
20° cefálico nos pacientes com uma curvatura posterior aparente­mente maior
ou com inclinação do sacro e da pelve.
O sacro feminino é geralmente mais curto e mais largo que o sacro
masculino (uma consideração na colimação rigorosa dos quatro lados).
A radiografia pode ser feita em decúbito ventral (ângulo de 15° caudal), se
necessário, devido às condições do paciente.

Critérios Radiográficos

Estruturas Mostradas: Uma vista lateral das vértebras lombares em hiperflexão
e hiperextensão.

LATERAL (HIPEREXTENSÃO E HIPERFLEXÃO): ROTINA PARA FUSÃO VERTEBRAL

BÁSICA
AP (PA) - Inclinada para a D e para a E 
Lateral- hiperextensão e hiperflexão

Fatores Técnicos

Tamanhodofilme -35 x 43 cm (14 x 17 polegadas)  Grade móvel ou
estacionária
Faixa de 85-95 kVp; esteira de chumbo atrás do pa­ciente se este estiver deitado
Marcadores de extensão e flexão
Técnica e dose, por incidência:

Proteção: Posicionar escudos de contato sobre as gônadas sem obscurecer a
área de interesse.

Posição do Paciente: Posicionar o paciente na posição lateral deitada, com travesseiro para a cabeça e suporte entre os joelhos (ver Observações para pos­sível posição ortostática).
Posicionar a borda inferior do filme 1 a 2 polegadas (3 a 5 cm) abaixo da crista ilíaca.

Posição da Parte

Alinhar o plano coronal médio à linha média da grade.
Híperflexão:
Usando a pelve como uma estaca, peça ao paciente para assumir a posição
fetal (inclinado para a frente) e puxar as pernas para cima o quanto for possível.
Híperextensão:
Usando a pelve como um ponto de apoio, peça ao paciente para mover o
tronco e as pernas posteriormente o quanto for possível para hiperestender
o eixo longitudinal do corpo.
Assegurar-se de que não haja rotação do tórax ou da pelve.

Raio Central

Direcionar o RC perpendicularmente ao filme.
Centralizar o RC em relação ao local de fusão, se conhecido, ou em relação
Ao centro do filme.
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).

Respiração: Prender a respiração na expiração.

Observações: A radiografia também pode ser feita com o paciente em pé e
ereto ou sentado em um tamborete, primeiro inclinando-se para a frente o
quanto possível, segurando as pernas do tamborete, e então inclinando-se
para trás o quanto possível, segurando a parte de trás do tamborete para
manter-se na posição.
A pelve deve permanecer o mais imóvel possível durante o posicionamento.
A pelve age como um ponto de apoio (ponto de articulação ou eixo) durante
as mudanças de posição.

Critérios Radiográficos

Estruturas Mostradas:  Uma vista lateral das vértebras lombares em hiperflexão
e hiperextensão. 

AP (PA) - INCLINAÇÃO PARA A DIREIRA E PARA ESQUERDA: ESCOLIOSE




Rotina para Escoliose
ESPECIAL
PA (AP) - (método de Ferguson)
AP (PA) – Inclinada para a D e para a E

Fatores Técnicos

Tamanhodofilme -35 x 43 cm (14 x 17 pol­legadas), em sentido longitudinal,
ou 35 x 92cm (14 x 36 polegadas)
Grade móvel ou estacionária
Marcador de ortostatismo para posição ortostática
Uso de filtros de compensação para ajudar a ob­ter uma densidade mais
Uniforme ao longo da coluna vertebral
Técnica e dose:

Proteção: Posicionar escudos de contato sobre as gônadas sem obscurecer
a área de interesse.

Posição do Paciente: Fazer a imagem com o paciente na posição ortostá­tica ou
deitada e como uma AP ou PA, com os braços do paciente ao lado do corpo.

Posição da Parte

Alinhar o plano mediossagital ao RC e à linha média da mesa/grade.
Assegurar-se de que não haja rotação do tronco ou da pelve, se possível. .
Situar o limite inferior do filme a 1 a 2 polegadas (3 a 5 cm) abaixo da crista ilíaca.
Com a pelve agindo como uma escora, peça ao paciente para inclinar-se
lateralmente (flexão lateral) o quanto for possível para cada lado.
Se deitado, mova a parte superior do tronco e as pernas para alcançar flexão
lateral máxima.
Repita os passos acima no lado oposto.

Raio Central
RC perpendicular, direcionado para o ponto médio do filme.
DFoFi de 40 a 60 polegadas (100 a 150 cm); DFoFi maior é exigida para
obter a colimação adequada, se usar um filme de 35 x 90 cm (14 x 36 polegadas)

Respiração: Prender a respiração na expiração.

Observações: A pelve deve permanecer o mais imóvel possível durante o
posicionamento. A pelve age como uma escora (ponto de eixo) durante as
 mudanças de posição.
As radiografias podem ser feitas como incidências PA se feitas na posição
or­tostática, para reduzir significativamente a exposição dos órgãos radiossensíveis.

Critérios Radiográficos

Estruturas Mostradas: Uma incidência AP/PA da coluna torácica e lombar,
com o paciente em posições laterais fletidas; mínimo de 1 polegada (2,5 cm)
visível das cristas ilíacas na imagem.


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

PA (AP) MÉTODO DE FERGUSON: LOMBAR - PARA ESCOLIOSE



Rotina para Escoliose
ESPECIAL
PA (AP) (método de Ferguson
AP (PA) – Inclinada para a D e para a E

Fatores Técnicos

Tamanho do filme - 35 x 43 cm (14 x 17 polegadas). em sentido longitudinal,
ou 35 x 92 cm (14 x 36 polegadas)
Grade móvel ou estacionária
Marcador de ortostatismo
Uso de filtros de compensação para ajudar a obter uma densidade mais
uniforme ao longo da coluna vertebral
Técnica e dose, por exposição em DFoFi de 60 polegadas (152 em):
PA 23 90.

Proteção: Posicionar escudo de contato ou escudo de sombra sobre as
gônadas sem obscurecer a área de interesse. Usar escudos mamários em
mulheres jovens.

Posição do Paciente

Posicionar o paciente, em pé ou sentado, com os braços ao lado do cor­po.
Para segunda imagem, colocar um bloco sob o pé (ou quadril, se senta­do)
no lado convexo da curva, de modo que o paciente mal possa se manter
na posição sem assistência. Um bloco de 3 a 4 polegadas (8 a 10 cm) de
qualquer tipo pode ser usado sob as nádegas se estiver sentado, ou sob os
pés se estiver em pé (Fig. 9.55).

Posição da Parte

Alinhar o plano mediossagital em relação ao RC e à linha média da
mesa/grade, com os braços ao lado do corpo.
Assegurar-se de que não haja rotação do tronco ou da pelve, se possível.
O filme inclui no mínimo 1 a 2 polegadas (3 a 5 cm) abaixo da crista ilíaca.

Raio Central

Direcionar o RC perpendicular, direcionado para o ponto médio do filme.
DFoFi de 40 a 60 polegadas (100 a 150 cm); uma DFoFi maior é exigida
para obter a colimação adequada, se um filme de 14 x 36 polegadas(35 x 90 cm)
estiver sendo usado.

Respiração: Prender a respiração em expiração.

Observações: Nenhuma forma de suporte (por exemplo, faixa compres­siva)
deve ser usada nesse exame. Na segunda imagem, o paciente deve ficar s
entado ou em pé com bloco sob um lado, sem assistência.
Devem ser feitas incidências PA, que reduzem a dosagem para as áreas
radiossensíveis da tireóide e da mama.

Critérios Radiográficos

Estruturas Mostradas: Todas as vértebras torácicas e lombares devem
ser demonstradas.  No mínimo 1 polegada (2,5 cm) das cristas ilíacas
devem ser incluídos na imagem.


LATERAL ORTOSTÁTICA: LOMBAR - PARA ESCOLIOSE


Rotina para Escoliose

BÁSICA
PA (AP) Ortostática e/ou decúbito dorsal
Lateral ortostática

Fatores Técnicos

Tamanhodofilme -35 x 43 cm (14 x 17polegadas), em sentido longitudinal,
ou 35 x 90 cm (14 x 36 polegadas) em pacientes mais altos, se disponível
Grade móvel ou estacionária
Marcador de ortostatismo
Uso de filtros de compensação para obter uma densidade mais uniforme
o longo dacoluna vertebral
Faixa de 90- 100 kVp
Técnica e dose em DFoFi de 60 polegadas (152 cm):
em kVp mAs Cu!. LM. Mamas

Proteção: Posicionar escudos de contato ou escudos de sombra sobre as
gônadas sem obscurecer a área de interesse. Usar escudos mamári­os
para mulheres jovens.

Posição do Paciente: Posicionar o paciente em posição ortostática
lateral com os braços elevados, ou se oscilante, segurando um suporte à
sua frente. O lado convexo da curva é posicionado contra o filme.

Posição da Parte

. Situar a pelve e o tronco em uma posição lateral verdadeira conforme possível.
. Alinhar o plano coronal médio do corpo em relação ao RC e à linha média do filme.
. A margem inferior do filme deve estar no mínimo de 1 a 2 polegadas
(3 a 5 cm)  abaixo do nível das cristas ilíacas
(centralização determinada pelo tamanho do filme pelo tamanho do paciente).

Raio Central
RC perpendicular, direcionado para o ponto médio do filme
DFoFi de 40 a 60 polegadas (100 a 150 cm); DFoFi maior exigida com filmes
maiores para se obter a colimação necessária

Respiração: Prender a respiração na expiração.

Critérios Radiográficos
Estruturas Mostradas: Vértebras lombares e torácicas são
demonstradas em uma posição lateral.

AP OU (PA): LOMBAR - INCIDÊNCIA PARA ESCOLIOSE




Rotina para Escoliose
Básica
PA (AP) Ortostática e/ou decúbito dorsal
Lateral ortostátiea

Fatores Técnicos

Tamanho do filme- 35 x 43 cm (14 x 17 polegadas), em sentido longitudinal;
pacientes mais altos - 35 x 90 cm (14 x 36 polegadas), se disponível
Grade móvel ou estacionária
Filtros de compensação para se obter uma densidade mais uniforme ao
longo da coluna vertebral kVp apropriada para o tamanho/idade do paciente, a fim de fornecer
uma imagem de ótimo contraste e baixa dose para o paciente.
Marcador de ortostatismo para posição ortostática.
Técnica e dose em DFoFi de 60 polegadas (152 cm)

Proteção: Proteger a região gonadal sem obscurecer a área de interes­se.
Usar escudos mamários para mulheres jovens. Escudos de sombra
colocados no colimador podem ser usados como mostrado na Fig. 9.48
e evidenciado na Fig. 9.50.

Posição do Paciente: Posicionar o paciente na posição ortostática e
deitada, com peso distribuído igualmente em ambos os pés na posição
ortostática.

Posição da Parte

Alinhar o plano mediossagital ao RC e à linha média do filme, com os
braços ao lado do corpo.
Assegurar-se de que não haja rotação do tronco ou da pelve.
(Escoliose pode resultar em torção e rotação das vértebras, tornando
alguma rotação inevitável.)
Posicionar a margem inferior do filme no mínimo de 1 a 2 polegadas (3 a 5 cm)
abaixo da crista ilíaca (centralizar a altura determina­da pelo tamanho do 
filme e/ou área de escoliose).

Raio Central

RC perpendicular, direcionado para o ponto médio do filme
DFoFi de 40 a 60 polegadas (100 a 150 cm) DFoFi maior exigida
com filmes maiores para obter a colimação necessária
Colimação Fazer a colimação rigorosa dos quatro lados na área de
interesse. Uma colimação muito estreita não é recomendada na ima­gem
inicial, pois deformidades das áreas adjacentes das costelas e pelve
também devem ser avaliadas.

Respiração: Prender a respiração na expiração.

Critérios Radiográficos

Estruturas Mostradas: Vértebras lombares e torácicas, aproximadamente
a 2 polegadas (5 cm) das cristas ilíacas.




terça-feira, 22 de novembro de 2011

AP AXIAL DE L5 A S1: COLUNA LOMBAR


ESPECIAL
AP axíal L5-S1

Fatores Técnicos

Tamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas), em sentido transversal
Grade móvel ou estacionária
Faixa de 80-85 kVp
Técnica e dose:

Proteção: Proteger as gônadas sem obscurecer a área de interesse.
Escudos ovarianos obscurecem parte das articulações sacroilíacas.

Posição do Paciente: O paciente deve estar em decúbito ventral, com
um travesseiro para a cabeça e as pernas estendidas, com suporte sob
os joelhos para garantir conforto.

Posição da Parte
Colocar os braços do paciente ao lado do corpo ou sobre o tórax.
Alinhar o plano mediossagital em relação ao RC e à linha média da
mesa/grade.
Assegurar-se de que não haja rotação da pelve e do tronco.

Raio Central

Angular o RC cefálico, 30° (homens) a 35° (mulheres).
O RC deve entrar no nível da ElAS centralizado na linha média do
corpo.
Centralizar o filme em relação ao RC projetado.
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).

Respiração: Prender a respiração durante a exposição.
Observações: Incidência AP angulada "abre" a articulação L5-S 1. Vista
 lateral de L5-S 1 é geralmente mais informativa que a incidência AP.
A radiografia também pode ser feita em posição pronada com angulação
cefálica do RC (aumenta a distância objeto-filme).

Critérios Radiográficos

Estruturas Mostradas: Espaço articular de L5 a S 1 e articulações sacroilíacas
na incidência AP.